Fim do silêncio?

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A poluição sonora, efeito provocado por sons que superam os níveis suportados pelos seres humanos, é atualmente uma das maiores desvantagens de morar em grandes cidades. O mundo moderno está repleto de ruídos e recursos que amplificam os sons como buzinas, motores de carros, motos e ônibus, equipamentos de som, fones de ouvido e celulares. E até mesmo dentro de casa, barulhos como o do liquidificador, da televisão e da batedeira, entre outros, podem causar danos à saúde.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgados em novembro de 2012, a poluição sonora ocupa o 3º lugar no ranking de problemas que mais comprometem a saúde da população. Segundo a OMS, ruídos acima de 55 decibéis são considerados prejudiciais para a audição humana.

Mas quais são as consequências para a audição das pessoas que vivem expostas aos ambientes ruidosos? A poluição sonora pode desencadear graves problemas no sistema auditivo, além de outras doenças. De problemas simples como dores de ouvidos ou zumbidos, a exposição a sons intensos, que tem efeito acumulativo, a longo prazo pode causar até mesmo Perda Auditiva Induzida pelo Ruído, a chamada PAIR. Dois fatores contribuem para o agravamento do problema: o tempo de exposição àquele som e o nível do barulho a qual a pessoa fica exposta.

Além das perdas auditivas, a poluição sonora pode acarretar também problemas como estresse, insônia, cansaço, tensão, infecções, gastrite, pressão alta e infarto.  A principal medida para prevenir os efeitos da poluição sonora é reduzir o volume e o tempo de exposição aos ruídos. Aconselha-se também a neutralização do som por meio do uso de protetores auriculares. Quanto mais cedo o problema for tratado, mais chances a pessoa terá de conseguir bons.
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